sábado, 8 de outubro de 2011

Texto Argumentativo


Futebol Profissional:

Desporto ou Negócio

 Eu quero falar sobre este tema porque eu acho que é um exagero o dinheiro que se gasta no futebol profissional só para eles correrem atrás da bola neste momento de crise mundial. Após lerem este texto irão percebem que eu acho que o futebol profissional de hoje em dia é mais um negócio de que um desporto e acho que quem gosta deste desporto como eu, devia pensar sobre este assunto. Durante o texto irei falar sobre três pontos em específico.
 No primeiro ponto vou falar sobre o valor das transferências e os salários que os jogadores profissionais recebem.
Quem vê notícias de futebol repara que os valores das transferências dos jogadores e os salários que eles recebem são enormes. Olhemos, agora para um exemplo óbvio desta situação, o Cristiano Ronaldo. O Real Madrid pagou 94 milhões de euros por um simples ser humano que joga muito bem futebol e ele recebe um salário anual de 12 milhões de euros, ou seja, 1 milhão por mês para correr e dar toques numa bola durante uma 1h 30min. O que este jogador recebe num mês, muitas pessoas não recebem durante uma vida inteira de trabalho. Mas este não é o jogador mais bem pago do mundo, esse recebe 20 milhões de euros e chama-se Samuel Eto'o e joga na Rússia num clube modesto chamado Anzhi que mais de metade dos portugueses não conhecem.
No segundo ponto, vou falar sobre a venda de clubes a pessoas bilionárias, como o caso do Chelsea ao russo Roman Abramovich, ou mais recente, o Manchester City, Málaga e o Paris Saint-Germain aos Xeques das Arábias. Estas pessoas, não têm nada a ver com os clubes, compram-nos e gastam milhões de euros em contratações de jogadores e tornam ainda mais o futebol profissional num negócio.
Eu só vou falar do Manchester City, pois este diz tudo. Este clube, desde que tem o novo dono já gastou 585,8 milhões de euros em contratações de jogadores em 4 anos, o que dá uma média de 146,45 milhões de euros por ano.

Para acabar, eu vou falar sobre os jogadores que preferiram jogar no clube que eles amam como os casos do Eusébio no Benfica e do Pelé no Santos. Actualmente isso é algo raro, pois os jogadores jogam nas equipas que pagarem melhor e eu só me recorde de dois jogadores que jogarem num clube em toda a carreira por ser o seu clube do coração, o Francesco Totti da AS Roma e o John Terry do Chelsea.
Estes jogadores sempre preferiam jogar nos seus clubes do coração mesmo terem propostas doutros clubes onde iriam ter melhores condições salariais.

Concluindo, eu quero deixar uma pergunta para todos os amantes do futebol: Será que preciso gastar tanto dinheiro num desporto só para ganhar títulos? Eu acho que não.


Filipe Elvas nº10 11ºD

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